Blog das turmas de 1º e 2º semestre de Pedagogia Matutino da UNIESP-FAGU, criado para aula de Informática Educacional.
domingo, 14 de setembro de 2014
quarta-feira, 4 de junho de 2014
PARA TER ACESSO AO CONTEUDO CLIQUE AQUI
UM MUNDO INTERATIVO & GLOBALIZADO
RAQUEL SANT'ANA
GRACIELE BENEVIDES
GABRIELA ZEFERINO
THAIZ BERCHOL
UM MUNDO INTERATIVO & GLOBALIZADO
RAQUEL SANT'ANA
GRACIELE BENEVIDES
GABRIELA ZEFERINO
THAIZ BERCHOL
DÉCADA DE 90 UM PAÍS EM TRANSFORMAÇÕES
A década que foi um marco ma politica, na cultura, na economia, na mídia e na tecnologia
para ver o conteúdo clique AQUI
grupo 7 um mundo interativo e globalizado
integrantes do grupo
RAQUEL SANT'ANA
GRACIELE BENEVIDES
GABRIELA ZEFERINO
THAIZ BERCHOL
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grupo 7 um mundo interativo e globalizado
integrantes do grupo
RAQUEL SANT'ANA
GRACIELE BENEVIDES
GABRIELA ZEFERINO
THAIZ BERCHOL
segunda-feira, 2 de junho de 2014
sábado, 31 de maio de 2014
sexta-feira, 30 de maio de 2014
quarta-feira, 28 de maio de 2014
Pinacoteca de Santos com Daniela Morais e Tatiana Domingues.
Colegas? Eu tenho 20; Amigos? Eu tenho 6; Que eu vejo sempre? Só 4; Que eu posso contar? Só 3!
Projota
Postado por: MARIANA TAVARES
terça-feira, 27 de maio de 2014
segunda-feira, 26 de maio de 2014
sábado, 24 de maio de 2014
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Resenha do livro "O vendedor de sonhos", de Augusto Cury
Esta é a resenha da obra de Augusto Cury, "O vendedor de sonhos".
Não deixem de ler!!!
Para acessar, clique AQUI.
Não deixem de ler!!!
Para acessar, clique AQUI.
quarta-feira, 21 de maio de 2014
segunda-feira, 19 de maio de 2014
Educação a distância
Estamos diante da era tecnológica, ou "idade mídia", como nomeiam alguns pensadores modernos, e a escola deve acompanhar as mudanças que ocorrem em alta velocidade.
A Educação a Distância (EaD) já é uma realidade e é comum alguns cursos, menos que presenciais, incluírem em seus currículos disciplinas em EaD.
Para conhecer um pouco mais sobre isso, leia o texto de José Manuel Moran e poste um comentário.
A Educação a Distância (EaD) já é uma realidade e é comum alguns cursos, menos que presenciais, incluírem em seus currículos disciplinas em EaD.
Para conhecer um pouco mais sobre isso, leia o texto de José Manuel Moran e poste um comentário.
Para ler o texto clique aqui.
Prof@. Vivi@ne
terça-feira, 13 de maio de 2014
Imagem Muito Desesperadora... "Cuidados com a Tecnologia."
O que será um mundo globalizado, avançando tão repentinamente
na tecnologia???
Muitas das vezes diminuem a criatividade, a
simplicidade, as brincadeiras que eram tão normais e sadias...
Não podemos deixar que isto aconteça com nossas
crianças, vamos ajudá-las a viver a infância de forma simples mais agradável,
saudável e com amigos reais ao lado nas brincadeiras do dia a dia, porque elas
podem se tornar adultos...
"INDIVIDUALISTAS E SOLITÁRIOS."
TECNOLOGIA SIM, EXCESSOS
NÃO!!!
"Tudo posso, mas
nem tudo me convém - Santo Agostinho"
Roberto Andrade.
(acadêmico do curso de
Pedagogia UNIESP- Guarujá)
sábado, 10 de maio de 2014
O USO DE NOVAS TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA
Vivemos em um mundo tecnológico, estamos utilizando essa novas ferramentas mesmo sem nos darmos conta, quando usamos o cartão magnético, pagamento de contas via internet, terminais bancários... Mas, esses paradigmas tem nos causado desconforto, pois como orientar nossos alunos se nem mesmo o professor tem "acesso"? Os alunos, crianças, adolescentes, estão dentro desse mundo repleto de informações, de novidades tecnológicas convivendo diariamente com isso, por tanto o professor não pode se excluir diante dessas tecnologias.
As novas tecnologias que inclui não apenas o computador com os seus programas de internet, como também a televisão, o rádio, o vídeo, o DVD, não podem serem vistos como substitutos dos professores.
O professor é insubstituível, pois diante de tantas inovações é necessário que haja alguém que auxilie o aluno a analisar criticamente essas inovações, pois nem tudo pode ser utilizado.
O uso adequado das tecnologias no ambiente escolar requer cuidado e atenção por parte do professor, para avaliar o que vai ser usado e reconhecer o que pode ou não ser útil, para facilitar a aprendizagem de seus alunos tornando-os críticos, cooperativos, criativos e pensantes.
A escola de hoje não pode cair no comodismo fazendo uso dessa tecnologias para "enfeitar" as aulas, sem que possa haver avanço na aprendizagem do aluno, cabe ao professor buscar cada vez mais, procurando conhecer todas as possibilidades oferecidas pela tecnologia que o auxilie a desenvolver um ensino e uma aprendizagem em que a criatividade e a interação sejam parceiras.
Fonte: http://www.moodle.ufba.br/mod/forum/view.php?id=1263
Wagner Costa
sexta-feira, 9 de maio de 2014
A INFORMÁTICA NA EDUCAÇÃO
!!!!!!
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)
GABRIELA ZEFERINO.
"A principal meta da educação é criar homens que sejam capazes de fazer coisas novas, não simplesmente repetir o que outras gerações já fizeram. Homens que sejam criadores, inventores, descobridores. A segunda meta da educação é formar mentes que estejam em condições de criticar, verificar e não aceitar tudo que a elas se propõe." (Jean Piaget)
GABRIELA ZEFERINO.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
terça-feira, 6 de maio de 2014
O Blog na Educação
A evolução da internet e de suas ferramentas
possibilitou uma nova fase para o internauta que passou a ser autor e produtor
de suas informações. Essa nova fase ficou conhecida como Web 2.0. Um dos
maiores exemplos dessa evolução são os weblogs, palavra composta por web, que
significa página na internet, e log, que significa diário de bordo.
Surgidos no final dos anos 90, os weblogs,
mais comumente conhecido como blogs, surgiram como um diário virtual que
permitia um compartilhamento de pensamentos, relatos e reflexões pessoais, mas
que exigia um conhecimento técnico de programação. Em 1999, foram criados os
primeiros aplicativos e serviços de weblog, como o Blogger, do Google, por
exemplo. Foram estes sistemas gratuitos e de baixo custo que facilitaram a
disseminação da prática do weblog, e permitiram que qualquer pessoa pudesse ser
um blogueiro (como é chamado o autor de um blog).
As
páginas do blog disponibilizam espaços para que os usuários escrevam comentários
onde o leitor pode dialogar com o autor e vice-versa, concordando, discordando
ou acrescentando alguma outra discussão ou elemento, como um link para outro
blog que discuta a temática abordada. Esse tipo de recurso incentiva a
interação entre os usuários, diferenciando o ato de ‘blogar’ do ato de
‘navegar’, já que ao blogar o internauta não fica restrito ao traçar um
percurso de leitura próprio que se baseia somente na escolha dos links que o autor
disponibiliza. Porém, para que essa ação realmente aconteça, é necessário que o
blogar seja “uma ação coletiva e construída de complexificação e transformação
da rede hipertextual pela ação de blogueiros e leitores, que terminam por
participar também como autores” (Primo e Recuero, 2003, p.4). Por proporcionar
e incentivar a interação e a colaboração, os blogs têm sido usados para diversos
fins: pessoal, corporativo ou de entretenimento.
Atualmente, o blog também ocupa um lugar de
destaque no contexto educacional, esse fato pode ser comprovado pelos diversos
tipos de blogs com fins pedagógicos. Barbosa e Granado (2004, p.69) corroboram
com essa afirmação dizendo que “se há alguma área onde os weblogs podem ser
utilizados como ferramenta de comunicação e de troca de experiências com
excelentes resultados, essa área é sem dúvida, a da educação”.
Silva e Albuquerque (2009) elencam cinco
categorias de blogs educacionais: blog de professores, utilizado para publicar
orientações, textos, vídeos, imagens, animações, referências bibliográficas ou
links; blogs de alunos, que funcionam como portfólios reunindo suas produções
que são utilizados pelos professores como instrumentos de avaliação; blogs de
instituições educativas, voltados à divulgação do trabalho desenvolvido e à
autopromoção; blogs de projetos educativos, destinados à produção e
socialização de conhecimentos sobre temas específicos; e blogs de grupos de pesquisa,
que são como ‘colégios invisíveis’ reunindo pessoas de comunidades científicas
diversas para interlocução, articulação de suas pesquisas, divulgação, análise de
resultados e avaliação de textos.
O blog
também possui outras vantagens educativas significativas para o incentivo à
interação e colaboração. Oliveira (2008) cita a possibilidade de desenvolver o
papel do professor como mediador na produção de conhecimento, já que ele tem um
papel ativo de instigar as discussões por meio de comentários, potencializando
a interação entre a classe; incentivar a escrita colaborativa, a autoria, o
pensamento crítico e a capacidade argumentativa; estimular o aprendizado
extra-classe de forma lúdica; desenvolver a habilidade de pesquisar e
selecionar informações.
O blog
vem despertando, cada vez mais, a atenção de pesquisadores que buscam em suas
características, potencialidades para a educação. Gomes (2005), por exemplo, desenvolveu
um estudo para sistematizar um conjunto de possíveis vertentes de exploração
dos blogs no contexto escolar, usando uma abordagem que explora as possibilidades
dos blogs como “recurso” e como “estratégia” pedagógica. Segundo ela, enquanto
recurso pedagógico os blogs podem ser: um espaço de acesso a informação especializada
e/ou um espaço de disponibilização de informação por parte do professor.
Já, enquanto “estratégia pedagógica” os blogs
podem assumir a forma de um portfólio digital, um espaço de intercâmbio e
colaboração, um espaço de debate e integração.
Cotes (2007) e Von Staa (2005) listam algumas
vantagens e motivos para um professor criar um blog, dentre eles estão:
aproxima alunos e professores; permite uma maior reflexão sobre o conteúdo e
acerca de suas próprias colocações; é um exercício de alfabetização digital
tanto para o próprio professor quanto para o aluno; amplia o horário da aula;
permite o acompanhamento das atividades dos alunos por pais e a troca de
experiências com colegas de profissão. Marinho et al (2009) acrescentam um novo
motivo: criar um blog é uma boa estratégia para o professor inserir-se de forma
ativa na rede, iniciando sua cultura de uso de recursos da Web 2.0. Esse uso
irá deixá-lo mais confortável para aplicá-lo juntos aos alunos.
Após assistir ao vídeo e ler o texto, poste seu comentário sobre a questão "Blogs na
educação".
sábado, 3 de maio de 2014
Cyberbullying
A internet é um lugar de muita diversão e conhecimento, porém quando usada de maneira errada pode causar danos a muitas pessoas. E não se trata apenas da presença de hackers, de vírus ou de problemas operacionais. Trata-se de violência. Leia a reportagem da revista Nova Escola e faça seu comentário!
- Como prevenir
Ensinar a olhar para o outro Criar relacionamentos saudáveis, em que os colegas tolerem as diferenças e tenham senso de proteção coletiva e lealdade. É preciso desenvolver no grupo a capacidade de se preocupar com o outro, construindo uma imagem positiva de si e de quem está no entorno.
Deixar a turma falar Num ambiente equilibrado, o professor forma vínculos estreitos com os estudantes, que mostram o que os deixa descontentes e são, de fato, reconhecidos quando estão sofrendo - o que é diferente de achar que não há motivo para se chatear.
Dar o exemplo Se a equipe da escola age com violência e autoritarismo, os jovens aprendem que gritos e indiferença são formas normais de enfrentar insatisfações. Os professores sempre são modelo (para o bem e para o mal).
Mostrar os limites É essencial estabelecer normas e justificar por que devem ser seguidas. Às vezes, por medo de ser rígidos demais, os educadores deixam os adolescentes soltos. Mas eles nem sempre sabem o que é melhor fazer e precisam de um norte.
Alertar para os riscos da tecnologia O aluno deve estar ciente da necessidade de limitar a divulgação de dados pessoais nos sites de relacionamento, o tempo de uso do computador e os conteúdos acessados. Quanto menos exposição da intimidade e menor o número de relações virtuais, mais seguro ele estará.
Ficar atento Com um trabalho de conscientização constante, os casos se resolvem antes de estourar. Reuniões com pais e encontros com grupos de alunos ajudam a evitar que o problema se instale.
- Como resolver
Reconhecer os sinais Identificar as mudanças no comportamento dos alunos ajuda a identificar casos de cyberbullying. É comum as vítimas se queixarem de dores e de falta de vontade de ir à escola.
Fazer um diagnóstico Uma boa saída é realizar uma sondagem, aplicando questionários para verificar como os alunos se relacionam - sem que sejam identificados. As informações servem de base para discussões sobre como melhorar o quadro. Quando os alunos leem, compartilham histórias e refletem sobre elas, ficam mais comprometidos.
Falar com os envolvidos Identificados os indícios, é hora de conversar com a vítima e o agressor em particular - para que não sejam expostos. A escola não pode legitimar a atuação do agressor nem puni-lo com sanções não relacionadas ao mal que causou, como proibi-lo de frequentar o intervalo. Se xingou um colega nos sites de relacionamento, precisa retirar o que disse no mesmo meio para que a retratação seja pública. A vítima precisa estar fortalecida e segura de que não será mais prejudicada. Ao mesmo tempo, o foco deve se voltar para a recuperação de valores essenciais, como o respeito.
Encaminhar os casos a outras instâncias Nas situações mais extremas, é possível levar o problema a delegacias especializadas em crimes digitais. Para que os e-mails com ameaças possam ser tomados como prova, eles devem ser impressos, mas é essencial que também sejam guardados no computador para que a origem das mensagens seja rastreada. Nos sites de relacionamento, existe uma opção de denúncia de conteúdos impróprios em suas páginas e, em certos casos, o conteúdo agressivo é tirado do ar.
Cyberbullying: a violência virtual
Na internet e no celular, mensagens com imagens e comentários depreciativos se alastram rapidamente e tornam o bullying ainda mais perverso. Como o espaço virtual é ilimitado, o poder de agressão se amplia e a vítima se sente acuada mesmo fora da escola. E o que é pior: muitas vezes, ela não sabe de quem se defender.
Todo mundo que convive com crianças e jovens sabe como eles são capazes de praticar pequenas e grandes perversões. Debocham uns dos outros, criam os apelidos mais estranhos, reparam nas mínimas "imperfeições" - e não perdoam nada. Na escola, isso é bastante comum. Implicância, discriminação e agressões verbais e físicas são muito mais frequentes do que o desejado. Esse comportamento não é novo, mas a maneira como pesquisadores, médicos e professores o encaram vem mudando. Há cerca de 15 anos, essas provocações passaram a ser vistas como uma forma de violência e ganharam nome: bullying(palavra do inglês que pode ser traduzida como "intimidar" ou "amedrontar"). Sua principal característica é que a agressão (física, moral ou material) é sempre intencional e repetida várias vezes sem uma motivação específica. Mais recentemente, a tecnologia deu nova cara ao problema. E-mails ameaçadores, mensagens negativas em sites de relacionamento e torpedos com fotos e textos constrangedores para a vítima foram batizados de cyberbullying. Aqui, no Brasil, vem aumentando rapidamente o número de casos de violência desse tipo.
Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.
- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.
- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.
- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.
Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa."
Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente (veja as ilustrações ao longo da reportagem). A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos (leia mais na próxima página).
Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência. Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.
Nesta reportagem, você vai entender os três motivos que tornam o cyberbullying ainda mais cruel que o bullying tradicional.
- No espaço virtual, os xingamentos e as provocações estão permanentemente atormentando as vítimas. Antes, o constrangimento ficava restrito aos momentos de convívio dentro da escola. Agora é o tempo todo.
- Os jovens utilizam cada vez mais ferramentas de internet e de troca de mensagens via celular - e muitas vezes se expõem mais do que devem.
- A tecnologia permite que, em alguns casos, seja muito difícil identificar o(s) agressor(es), o que aumenta a sensação de impotência.
Raissa*, 13 anos, conta que colegas de classe criaram uma comunidade no Orkut (rede social criada para compartilhar gostos e experiências com outras pessoas) em que comparam fotos suas com as de mulheres feias. Tudo por causa de seu corte de cabelo. "Eu me senti horrorosa e rezei para que meu cabelo crescesse depressa."
Esse exemplo mostra como a tecnologia permite que a agressão se repita indefinidamente (veja as ilustrações ao longo da reportagem). A mensagem maldosa pode ser encaminhada por e-mail para várias pessoas ao mesmo tempo e uma foto publicada na internet acaba sendo vista por dezenas ou centenas de pessoas, algumas das quais nem conhecem a vítima. "O grupo de agressores passa a ter muito mais poder com essa ampliação do público", destaca Aramis Lopes, especialista em bullying e cyberbullying e presidente do Departamento Científico de Segurança da Criança e do Adolescente da Sociedade Brasileira de Pediatria. Ele chama a atenção para o fato de que há sempre três personagens fundamentais nesse tipo de violência: o agressor, a vítima e a plateia. Além disso, de acordo com Cléo Fante, especialista em violência escolar, muitos efeitos são semelhantes para quem ataca e é atacado: déficit de atenção, falta de concentração e desmotivação para os estudos (leia mais na próxima página).
Esse tormento permanente que a internet provoca faz com que a criança ou o adolescente humilhados não se sintam mais seguros em lugar algum, em momento algum. Na comparação com o bullying tradicional, bastava sair da escola e estar com os amigos de verdade para se sentir seguro. Agora, com sua intimidade invadida, todos podem ver os xingamentos e não existe fim de semana ou férias. "O espaço do medo é ilimitado", diz Maria Tereza Maldonado, psicoterapeuta e autora de A Face Oculta, que discute as implicações desse tipo de violência. Pesquisa feita este ano pela organização não governamental Plan com 5 mil estudantes brasileiros de 10 a 14 anos aponta que 17% já foram vítimas de cyberbullying no mínimo uma vez. Desses, 13% foram insultados pelo celular e os 87% restantes por textos e imagens enviados por e-mail ou via sites de relacionamento.
Prevenção e solução nas mãos da escola
De acordo com os especialistas, a escola precisa encarar com seriedade as agressões entre os alunos. O cyberbullying não pode ser visto como uma brincadeira de criança. A busca pela solução ou pela prevenção inclui reunir todos - equipe pedagógica, pais e alunos que estão ou não envolvidos diretamente - e garantir que tomem consciência de que existe um problema e não se pode ficar omisso. Veja, a seguir, ações ao alcance das escolas.- Como prevenir
Ensinar a olhar para o outro Criar relacionamentos saudáveis, em que os colegas tolerem as diferenças e tenham senso de proteção coletiva e lealdade. É preciso desenvolver no grupo a capacidade de se preocupar com o outro, construindo uma imagem positiva de si e de quem está no entorno.
Deixar a turma falar Num ambiente equilibrado, o professor forma vínculos estreitos com os estudantes, que mostram o que os deixa descontentes e são, de fato, reconhecidos quando estão sofrendo - o que é diferente de achar que não há motivo para se chatear.
Dar o exemplo Se a equipe da escola age com violência e autoritarismo, os jovens aprendem que gritos e indiferença são formas normais de enfrentar insatisfações. Os professores sempre são modelo (para o bem e para o mal).
Mostrar os limites É essencial estabelecer normas e justificar por que devem ser seguidas. Às vezes, por medo de ser rígidos demais, os educadores deixam os adolescentes soltos. Mas eles nem sempre sabem o que é melhor fazer e precisam de um norte.
Alertar para os riscos da tecnologia O aluno deve estar ciente da necessidade de limitar a divulgação de dados pessoais nos sites de relacionamento, o tempo de uso do computador e os conteúdos acessados. Quanto menos exposição da intimidade e menor o número de relações virtuais, mais seguro ele estará.
Ficar atento Com um trabalho de conscientização constante, os casos se resolvem antes de estourar. Reuniões com pais e encontros com grupos de alunos ajudam a evitar que o problema se instale.
- Como resolver
Reconhecer os sinais Identificar as mudanças no comportamento dos alunos ajuda a identificar casos de cyberbullying. É comum as vítimas se queixarem de dores e de falta de vontade de ir à escola.
Fazer um diagnóstico Uma boa saída é realizar uma sondagem, aplicando questionários para verificar como os alunos se relacionam - sem que sejam identificados. As informações servem de base para discussões sobre como melhorar o quadro. Quando os alunos leem, compartilham histórias e refletem sobre elas, ficam mais comprometidos.
Falar com os envolvidos Identificados os indícios, é hora de conversar com a vítima e o agressor em particular - para que não sejam expostos. A escola não pode legitimar a atuação do agressor nem puni-lo com sanções não relacionadas ao mal que causou, como proibi-lo de frequentar o intervalo. Se xingou um colega nos sites de relacionamento, precisa retirar o que disse no mesmo meio para que a retratação seja pública. A vítima precisa estar fortalecida e segura de que não será mais prejudicada. Ao mesmo tempo, o foco deve se voltar para a recuperação de valores essenciais, como o respeito.
Encaminhar os casos a outras instâncias Nas situações mais extremas, é possível levar o problema a delegacias especializadas em crimes digitais. Para que os e-mails com ameaças possam ser tomados como prova, eles devem ser impressos, mas é essencial que também sejam guardados no computador para que a origem das mensagens seja rastreada. Nos sites de relacionamento, existe uma opção de denúncia de conteúdos impróprios em suas páginas e, em certos casos, o conteúdo agressivo é tirado do ar.
A comunicação na web
Você já parou para pensar como a comunicação é rápida na web? Parece que ninguém tem tempo para ler, o que fez com que fossem criadas estratégias para manter a comunicação rápida e eficaz, pelo menos é o que os adeptos a esta nova linguagem pensam!!
Mas que linguagem é essa? É a iconografia, escrever por imagens, como faziam na época pré-alfabética.
Interessante... e você, se arrisca a decifrar os códigos? Olha lá, se não conseguir significa que precisa de um update na sua linguagem!!!
Divirta-se e faça seu comentário!!!
Mas que linguagem é essa? É a iconografia, escrever por imagens, como faziam na época pré-alfabética.
Interessante... e você, se arrisca a decifrar os códigos? Olha lá, se não conseguir significa que precisa de um update na sua linguagem!!!
Divirta-se e faça seu comentário!!!
quinta-feira, 24 de abril de 2014
Pela Internet...
Ol@, pesso@l!!!
Acho essa música muito legal para trabalhar a conscientização da importância da informática na vida da gente!!
Ouçam com atenção e façam seus comentários!!! Não esqueçam de se identificarem!!!!
Acho essa música muito legal para trabalhar a conscientização da importância da informática na vida da gente!!
Ouçam com atenção e façam seus comentários!!! Não esqueçam de se identificarem!!!!
Pela Internet - Gilbert Gil
Criar meu web site
Fazer minha home-page
Com quantos gigabytes
Se faz uma jangada
Um barco que veleje
Que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve um oriki do meu velho orixá
Ao porto de um disquete de um micro em Taipé
Um barco que veleje nesse infomar
Que aproveite a vazante da infomaré
Que leve meu e-mail até Calcutá
Depois de um hot-link
Num site de Helsinque
Para abastecer
Eu quero entrar na rede
Promover um debate
Juntar via Internet
Um grupo de tietes de Connecticut
De Connecticut acessar
O chefe da Macmilícia de Milão
Um hacker mafioso acaba de soltar
Um vírus pra atacar programas no Japão
Eu quero entrar na rede pra contactar
Os lares do Nepal, os bares do Gabão
Que o chefe da polícia carioca avisa pelo celular
Que lá na praça Onze tem um videopôquer para se jogar
Professor@ Vivi@ne
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